Sobre livros que viraram filmes

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Hoje fui assistir A Culpa É Das Estrelas com as minhas amigas e assim que saímos das sala de cinema, fiz uma comparação boba entre ACEDE e Divergente (os últimos livros-que-viraram-filmes que eu assisti) e que me deu inspiração para esse post.

Chega ser clichê dizer que os livros serão sempre melhores que os filmes quando, na verdade, isso só acontece quando já o assistimos com a ideia de que ele será ruim ou pior do que a história escrita. Por isso, sempre que vou assistir adaptações de livros que já li ao cinema, evito ter opinião pré-formadas sobre o que vou achar ou não da história, pois, usando como exemplo o dia de hoje, achei o filme melhor do que o livro.

E é exatamente aqui aonde eu gostaria de chegar. A Culpa É das Estrelas foi muito, mais muito além do que eu esperava. É claro que usar a própria imaginação quando lê, dar suas próprias características aos lugares e personagens é incrivelmente melhor do que ter tudo pronto em uma tela, mas o filme me mostrou coisas as quais não haviam sequer passado pela minha cabeça enquanto lia. Ver os personagens rindo, chorando, vivendo me passou muito mais emoção do que quando li e, apesar de já saber toda a história, o filme prendeu completamente a minha atenção e era como se estivesse descobrindo a história de Hazel pela primeira vez.

Enquanto Divergente, foi bem ao contrário. O livro é completamente incrível e a minha primeira sensação ao terminar de ler era que precisava ler de novo. No filme, apesar dos efeitos incríveis e da adaptação ter sido exatamente do jeitinho do livro, achei cansativo. Pelo fato de já saber a história, minha vontade era de adiantar algumas partes ir logo para as cenas mais legais. Resumindo, não troco a história do papel pela da tela de jeito nenhum (na verdade, troco só para poder assistir o Theo James, mas isso não vem ao caso…)

Enfim, é isso ai! Leia/assistam vocês também e me contem suas opiniões sobre ambos as histórias.

Beijos, Mands.

Wishlist: livros sobre moda

Oie gente! Meu aniversário ta chegando, aêee!!! Dia 6 de agosto eu finalmente faço 15 anos e nessa época todo mundo fica me perguntando o que eu quero ganhar de presente (ai que chato, quase não gosto… hahaha!) Pensando nisso, cheguei a conclusão que essa seria a oportunidade perfeita para pedir todos os livros de moda que eu já estou desejando há tempos. Espero que gostem de saber quais são e podem me enviar pelo correio se quiser, sem problemas…

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1: It Girls – Alessandra Garattoni

Primeiro da lista porque eu realmente quero MUITO esse livro! Ele surgiu depois que a autora resolveu excluir seu blog e juntar seus melhores posts em um livro. Ele conta sobre o universo das It Girls: como elas surgiram? O que é preciso para ser uma? Que maquiagem elas usam? Pelo o que eu li, dizem que é muito bom de ler e é cheio de ilustrações lindas.

2: Style – Lauren Conrad

A autora é uma das minhas it girls favoritas e nesse livro ela conta suas maiores dicas para se vestir bem. É basicamente um guia de estilo e tem até um capitulo especial só para maquiagem ❤

3: Pelo Mundo da Moda – Criadores, Grifes e Modelos – Lilian Pacce

A autora é jornalista, apresentadora do GNT fashion e blogueira. No livro ela reúne várias das entrevistas feitas por ela durante todos esses anos trabalhando com jornalismo e desvenda segredos de estilistas e modelos.

4:. …ismos – Para entender a moda – Mairi Mackenzie

Esse livro é bem histórico do que os anteriores. Conta a história da moda desde o século 17 até os dias atuais. Também explica um pouco de cada estilo e tendências que existiram e existem até hoje. (PRECISO!)

5: O livro negro do estilo – Nina Garcia

Além de ser um guia de estilo, conta também um pouco da história das peças que todo mundo usa (jeans, pretinho básico…), filmes que você precisa ver, explica o que usar em determinado lugar, o que significa cada tipo de traje (esporte chic…) e da muitas dicas de estilo.

6: Chic – Um guia de moda e estilo para o século XXI – Glória Kalil

A autora é um dos maiores (se não, a maior) ícones de moda do Brasil e, como o próprio título já diz, é um guia de moda e estilo para o século XXI.

Bom, esses são apenas alguns dos livros que eu quero no momento e, quando conseguir ler todos esses, farei uma wishlist de livros sobre moda – parte 2!

E ai, já conheciam algum desses livros? Já leram? Me digam o que acharam aqui nos comentários!

xoxo, Mands.

Quem é você, Alasca?

 “Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.”

Miles é um adolescente sem amigos. Ótimo aluno, filho único e apaixonado por biografias, ele coleciona últimas palavras.
Cansado da vida que levava, resolveu ir estudar no mesmo colégio interno que seu pai frequentou quando tinha sua idade e procurar por seu “grande talvez”. Chegando lá é apelidado de “Gordo” por seu colega de quarto, Coronel e conhece Takumi, Lara e a intrigante Alasca. Durante o ano letivo eles bebem, fumam, estudam e se divertem e Gordo vive coisas que nunca tinha vivido durante toda sua vida como fazer parte de um grupo, amar e dar seu primeiro beijo.

O livro é dividido em duas partes: O “antes” e o “depois”. O antes conta toda a história de Miles indo para Culver Greek, conhecendo seus  novos amigos e a escola. O depois, bom, se eu contar perde toda a graça do livro. Os capítulos são intitulados por “x dias antes” e “x dias depois” e lendo o livro você entenderá o que acontece antes e depois (hehe).

As minhas expectativas para esse livro eram absurdas principalmente por ele ter sido escrito pelo John Green, o autor do meu livro favorito “A culpa é das estrelas”. Porém, o livro só fica bom mesmo lá pela página 20 (“a culpa é das estrelas” fica bom na página 1) e na metade ele é beeeem cansativo, mas as últimas 20 páginas fazem todo o livro valer a pena. Os dois livros do John Green tem um assunto em comum e eu amo o fato dele falar desse assunto como uma coisa tão boa e simples que parece até boa (se você já leu “A culpa é das estrelas” acredito que saiba sobre o que estou falando). O John é um autor maravilhoso e eu sou apaixonada pela forma que ele escreve.

Frases favoritas do livro:

“Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-Aid. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.”

“Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.”

“Mas o sofrimento está sempre presente, Gordo. Dever de casa, malária, o namorado que mora longe, quando você tem um garoto bonito deitado ao seu lado. O sofrimento é universal. É a única coisa que preocupa tanto os budistas quantos os cristãos e os muçulmanos.”

“(…)Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

E muitas outras…

Vocês podem comprar um livro na Livraria da Travessa ou na Livraria Cultura.

E ai? Já conheciam? Vão ler? Me digam o que acharam aqui nos comentário!

xoxo, Amanda

Os 13 porquês

Oie! Semana passada eu fui com a minha mãe comprar os materiais do meu colégio novo e, vendo os livros paradidáticos que eu terei que ler durante o ano, um deles me chamou muita atenção. Esse livro foi Os 13 porquês. Eu cheguei em casa no mesmo dia e resolvi ler. Quem me segue no twitter pode ver que eu comentei bastante sobre ele, mas ele realmente mexeu comigo.

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A história é principalmente sobre Hannah Baker, uma garota que se suicida e deixa 7 fitas cassetes gravadas. Cada fita tem dois lados e em cada um desses lados ela explica os 13 motivos por ela ter resolvido se matar. Um desses porquês é Clay Jensen, um garoto que era era da sua turma na escola e dividi e narrativa com Hannah. O livro tem duas narrativas simultâneas sendo as partes escritas em itálico, as partes que Hannah fala e as partes escritas normalmente, a narrativa de Clay. Conforme ouve a história, ele percorre a cidade passando por todos os pontos que Hannah menciona nas fitas e marca no mapa que ela mesmo preparou (que vem desenhado na contra-capa do livro). Hannah deixa as 7 fitas e mapa em uma caixa de sapato e um dia antes de se matar, envia por correio para a primeira pessoa que ela menciona nas fitas e pede que essa pessoa envie para a que vier depois dela na história.

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Lendo assim, parece um história pesada de de suspense e até um pouco de terror, quando eu li a sinopse até pensei isso (e isso me chamou mais atenção ainda), mas o livro vai muito além disso. Os problemas de Hannah, para algumas pessoas, podem parecer mera besteira mas que se juntando uns aos outro acaba se tornando uma grande bola de neve como ela mesmo diz. O livro me ajudou a perceber que, alguns atitudes ou palavras, por menores que possam ser, podem acabar influenciando uma parte enorme da vida de uma pessoa.E um daqueles livo que te prendem do primeiro ao último capítulo e fala sobre suicídio, bullying, e a dificuldade que as pessoas têm para perceber ou sair desse tipo de situação. E a mensagem é muito clara: nós nunca podemos prever a forma como vamos afetar a vida de uma pessoa.

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Eu separei algumas das minhas frases preferidas do livro para deixar vocês com mais vontade de ler:

“Explorei vielas e ruas escondidas que nem sabia que existiam. Descobri bairros totalmente novos para mim. E, finalmente… descobri que estava cheia dessa cidade e de tudo o que havia nela.”

“Acho que essa é a questão central. Ninguém sabe ao certo quanto impacto tem na vida dos outros. Muitas vezes não temos noção. Mas forçamos a barra do mesmo jeito.”

“Reconheci que tinha chegado a um ponto em que qualquer palavra amiga que recebesse seria de grande utilidade.”

“(…) No final da aula, a sra. Bradley distribuiu um folheto: ‘Sinais de alerta em um indivíduo suicida.’ Adivinhem o que estava entre os cinco sinais principais? ‘Mudança de aparência repentina’. Puxei as pontas do meu cabelo recém-tosado. Ops. Quem esperaria que eu fosse tão previsível?”

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Confesso senti angústia, tristeza e desespero por Hannah. Não foi um livro fácil de ser livro pois várias vezes tinha que levantar para secar as lágrimas hahaha.

Vocês podem baixar o livro aqui ou comprá-lo no site da Saraiva ou da Livraria Cultura.

E ai, já conheciam o livro? Vão ler? Me digam depois de gostaram!!

beijos, Amanda.

As vantagens de ser invisível

Guess who’s back????? Sim, eu!!!! hahahahaha Final de ano, provais finais, ensaios para o espetáculo de dança e tudo junto complica um pouco minha vida em relação a internet. Mas enfim, vamos ao que interessa…

A pouco tempo atrás eu li um livro maravilhoso, As Vantagens de Ser Invisível do Stephen Chbosky, e agora eu não consigo ler mais nenhum livro porque acho que nenhum vai ser tão bom quanto ele. ):

“The Perks of Being a Wallflower (no Brasil, As Vantagens de Ser Invisível) (…) Narrado em primeira pessoa por um adolescente que se autodenomina “Charlie”, a trama acompanha diversas cenas da vida do rapaz através de cartas escritas por ele a uma pessoa anônima. O romance aborda temas como introversão, sexualidade, uso de drogas, e outros assuntos comuns na adolescência. Além disso, à medida que a história avança, diversas obras da literatura, do cinema e da cultura pop em geral também são mencionadas, e seus significados são discutidos.” Wikipédia

O livro é daqueles que você lê o primeiro capítulo e logo em seguida já quer ler outro e depois outro e outro. É viciante de verdade e eu tenho certeza que você vai se emocionar várias vezes ao longo do livro.

Em setembro/12 foi lançado nos Estados Unidos uma adaptação do livro em filme com o Logan Lerman sendo Charlie e Emma Watson sendo Sam. Eu ainda não assisti ao filme mas pelo o que eu li nesse blog parece que a adpatação ficou incrível ainda mais pelo fato do diretor do filme ser o próprio Stephen, autor do livro.

Além de todas essas qualidades tanto do livro quanto do filme, eu confesso que estou apaixonada pela trilha sonora. Todas as músicas que ele menciona no livro tocam no filme e mesmo que as músicas sejam de um estilo totalmente diferente do que eu geralmente escuto eu baixei todas para o meu iPod.

Clicando aqui tem todas as músicas da trilha sonora e é só clicar no nome do música que abre direto no soundclound onde você pode ouvir e ainda baixar as músicas.

Espero que tenham gostado e me digam aqui nos comentários o que acharam do livro/filme/trilha sonora.

xoxo, @stylesmands