Quem é você, Alasca?

 “Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez.”

Miles é um adolescente sem amigos. Ótimo aluno, filho único e apaixonado por biografias, ele coleciona últimas palavras.
Cansado da vida que levava, resolveu ir estudar no mesmo colégio interno que seu pai frequentou quando tinha sua idade e procurar por seu “grande talvez”. Chegando lá é apelidado de “Gordo” por seu colega de quarto, Coronel e conhece Takumi, Lara e a intrigante Alasca. Durante o ano letivo eles bebem, fumam, estudam e se divertem e Gordo vive coisas que nunca tinha vivido durante toda sua vida como fazer parte de um grupo, amar e dar seu primeiro beijo.

O livro é dividido em duas partes: O “antes” e o “depois”. O antes conta toda a história de Miles indo para Culver Greek, conhecendo seus  novos amigos e a escola. O depois, bom, se eu contar perde toda a graça do livro. Os capítulos são intitulados por “x dias antes” e “x dias depois” e lendo o livro você entenderá o que acontece antes e depois (hehe).

As minhas expectativas para esse livro eram absurdas principalmente por ele ter sido escrito pelo John Green, o autor do meu livro favorito “A culpa é das estrelas”. Porém, o livro só fica bom mesmo lá pela página 20 (“a culpa é das estrelas” fica bom na página 1) e na metade ele é beeeem cansativo, mas as últimas 20 páginas fazem todo o livro valer a pena. Os dois livros do John Green tem um assunto em comum e eu amo o fato dele falar desse assunto como uma coisa tão boa e simples que parece até boa (se você já leu “A culpa é das estrelas” acredito que saiba sobre o que estou falando). O John é um autor maravilhoso e eu sou apaixonada pela forma que ele escreve.

Frases favoritas do livro:

“Chega uma hora em que é preciso arrancar o Band-Aid. Dói, mas pelo menos acaba de uma vez e ficamos aliviados.”

“Passamos a vida inteira no labirinto, perdidos, pensando em como um dia conseguiremos escapar e em quanto será legal. Imaginar esse futuro é o que nos impulsiona para frente, mas nunca fazemos nada. Simplesmente usamos o futuro para escapar do presente.”

“Mas o sofrimento está sempre presente, Gordo. Dever de casa, malária, o namorado que mora longe, quando você tem um garoto bonito deitado ao seu lado. O sofrimento é universal. É a única coisa que preocupa tanto os budistas quantos os cristãos e os muçulmanos.”

“(…)Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

E muitas outras…

Vocês podem comprar um livro na Livraria da Travessa ou na Livraria Cultura.

E ai? Já conheciam? Vão ler? Me digam o que acharam aqui nos comentário!

xoxo, Amanda

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